
Para a moradora Natielly de Souza, a lombada eletrônica instalada na Rua da Divisa, em 2005, e a rotatória construída há dois anos não foram suficientes para resolver a situação. “Os veículos, depois de passarem pela lombada, entram na alameda e correm do mesmo jeito”, afirma.
O arquiteto e chefe de Planejamento e Controle de Tráfego da Superintendência Municipal de Trânsito, Ciro Augusto, responsável pela construção da rotatória na rua da Divisa, sugere a implantação de placas e de tachões, redutores de velocidade no local. “Isso chamaria a atenção dos motoristas e facilitaria o fluxo”, afirma o arquiteto.


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